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	<title>Brazilian Fibres - Fibra de Sisal - Fibra de Coco - Fibra de Piaçava - Sisal Fibres - Coir Fibre - Piassava Fibres</title>
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	<description>FIBRA - FIBRES - SISAL - COCO - COIR - PIAÇAVA - PIAÇABA - PIASSAVA - EXPORTAÇÃO - EXPORT - IMPORTAÇÃO - IMPORT - SINDIFIBRAS - APEX BRASIL</description>
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		<title>Riachão: Wagner participa de inauguração de fábrica</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 01:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia-Secundaria]]></category>

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		<description><![CDATA[O governador Jaques Wagner, esteve pela terceira vez, na cidade de Riachão do Jacuípe, onde inaugurou uma unidade da Sicor Indústria de Cordoaria, anunciou a recuperação de trecho da BA-120 e assinou convênio para reforma da Praça Landulfo Alves.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governador  inaugura a Industria SICOR Brasil.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-935" title="image002" src="http://www.brazilianfibres.com.br/wp-content/uploads/2010/06/image002.gif" alt="image002" width="250" height="170" />O governador Jaques Wagner (PT), esteve pela terceira vez, desde que tomou posse em 2007, sendo duas vezes em menos de um mês, na cidade de Riachão do Jacuípe, no território de identidade Bacia do Jacuípe, no sábado (05), onde inaugurou uma unidade da Sicor Indústria de Cordoaria, anunciou a recuperação de trecho da BA-120 e assinou convênio para reforma da Praça Landulfo Alves.</p>
<p>Wagner chegou no helicóptero oficial ás 08h45 e estava acompanhado dos pré-candidatos que formaram sua chapa para reeleição, Otton Alencar, pré candidato a vice-governador, da deputada Lídice da Mata (PSB) e do deputado Walter Pinheiro (PT), que vão disputar as vagas para o Senado. Conforme o costume de participar dos atos de inaugurações de indústrias, desta vez o secretário de Indústria e Comércio, James Correia não compareceu e sua ausência não foi justificada.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-937" title="image003" src="http://www.brazilianfibres.com.br/wp-content/uploads/2010/06/image003.gif" alt="image003" width="250" height="170" />A comitiva do governador foi recebida pelo prefeito Lauro Falcão (PMDB), deputado Emério Resedá (PDT), pelo presidente da SICOR/Brasil, José Hamilton Passos de Araújo e por um grupo português, liderado por Oscar Esteves que percorreram toda extensão da area interna para conhecer os equipamenetos, bem como os produtos fabricados.</p>
<p>A SICOR é uma empresa portuguesa especializada na produção de cordoaria, voltada para atender os setores do comércio, indústria, agricultura e pesca. Foi fundada em 1947, resultado da associação de várias cordoarias manuais. Com sede em Cortegaça, no norte de Portugal, tem capital social de cinco milhões de euros. É direcionada para o mercado externo, exporta direta ou indiretamente quase totalidade da sua produção. Atualmente emprega cerca de 450 trabalhadores.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-938" title="image004" src="http://www.brazilianfibres.com.br/wp-content/uploads/2010/06/image004.gif" alt="image004" width="250" height="170" />A Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração (Sicm), prorrogou os benefícios e obrigações para a Sicor e concedeu benefícios de infraestrutura, disponibilizando um galpão de cinco mil metros quadrados, em regime de concessão de uso, por dez anos.</p>
<p>Fábrica em Riachão &#8211; Foram investidos R$ 3 milhões na construção da unidade para a produção de cordoaria de sisal e sintéticos e tapetes, que terá capacidade para produzir cinco mil toneladas por ano. O faturamento anual estimado é de R$15 milhões. Essa fábrica deverá gerar 84 empregos diretos. A produção será voltada para exportação, visando atender o mercado europeu, segundo o administrador da unidade em Riachão do Jacuípe, Hamilton Neto. Ele apresentou a equipe do CN o produto Baler Twine, pronto para exportação, que deverá acontecer dentro de quinze dias para os Estados Unidos.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-939" title="image005" src="http://www.brazilianfibres.com.br/wp-content/uploads/2010/06/image005.gif" alt="image005" width="250" height="170" />Riachão do Jacuípe era um dos principais pólos fornecedores do sisal baiano, chegando a ter 1.980 motores de sisal e mais de 10 mil trabalhadores. Com o passar dos anos, os antigos campos de sisal foram substituídos por pastos, para a prática da pecuária. Com essa a fábrica, a expectativa é de retomada do dinamismo da produção de sisal na região.</p>
<p>O deputado Emério Resedá (PDT), falou ao CN da satisfação em vê está fabrica funcionando, pois tem lutado desde 2005, quando foi assinado o primeiro protocolo de intenções e renovado em 2007. Para o parlamentar, a chegada da fábrica internacional de origem portuguesa, a primeira instalada no Brasil, tornou-se possível pela renovação do protocolo de intenções, em 2009, assinado pelo Governo do Estado e &#8220;a expectativa é de que seja retomado o dinamismo da produção de sisal na região&#8221;, falou Resedá.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-941" title="image007" src="http://www.brazilianfibres.com.br/wp-content/uploads/2010/06/image007.gif" alt="image007" width="200" height="150" />Wagner; &#8220;Estamos cada vez mais atraindo fábricas e indústrias para a Bahia. A Sincor é uma delas, para a qual cedemos inclusive o galpão de instalação. A presença da fábrica vai agregar valor ao sisal, que é matéria-prima abundante na região, além de gerar emprego e renda. Isso tudo no interior da Bahia, de forma descentralizada promovendo desenvolvimento equilibrado de todo Estado&#8221;, afirmou o governador a equipe do CN.</p>
<p>Para Tom Araújo, pré candidato a deputado estadual pelo DEM e um dos acionistas da SICOR, ele que não esteve no recinto enquanto o governador permaneceu, a empresa criou um banco de empregos e dentro das necessidades irá chamando os trabalhadores cadastrados, que são treinados por cinco portugueses, sendo três homens e duas mulheres e aptos para o trabalho, são contratados.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-942" title="image008" src="http://www.brazilianfibres.com.br/wp-content/uploads/2010/06/image008.gif" alt="image008" width="200" height="150" />Segundo Tom, os empregos gerados serão exclusivamente para os jacuipenses, conforme acordo firmado com o prefeito Lauro Falcão, pois &#8220;cheguei a esta terra para ser parceiro e contribuir com seu desenvolvimento&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ele também informou que foram adquiridas mais vinte tarefas de terras ao lado da indústria atual, onde serão construídos dois galpões, sendo um para armazenamento e outro para produção, &#8220;iremos produzir fios sintéticos e teremos o pólo petroquímico de Camaçari como nosso fornecedor&#8221;, informou Araújo.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-943" title="image009" src="http://www.brazilianfibres.com.br/wp-content/uploads/2010/06/image009.gif" alt="image009" width="200" height="150" />Segundo o presidente da Sincor, Oscar Esteves, a Bahia foi escolhida pelo apoio que recebeu do Governo do Estado, pela abundância de matéria-prima e pela mão de obra já adaptada ao sisal.</p>
<p>&#8220;Nossa expectativa é ampliar a produção, possibilitando mais empregos e mais exportações&#8221;, destacou Esteves.</p>
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		<title>Brasil será o maior produtor agrícola até 2019</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jun 2010 01:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia-Principal]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil vai se tornar o maior produtor agrícola do mundo na próxima década. A previsão foi publicada em relatório anual intitulado Perspectivas Agrícolas 2010-2019, realizado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura Alimentação (FAO) e pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil vai se tornar o maior produtor agrícola do mundo na próxima década. A previsão foi publicada em relatório anual intitulado Perspectivas Agrícolas 2010-2019, realizado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura Alimentação (FAO) e pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).</p>
<p>Segundo a publicação, a produção agrícola brasileira crescerá 40% entre 2010 e 2019 e será superior à de países como Rússia, Índia, China e Ucrânia, que devem contar, no mesmo período, com aumento médio superior a 20%.</p>
<p>Os setores de etanol e oleaginosas foram apontados como alguns dos destaques da agricultura brasileira para esse período. As oleaginosas são vegetais como a soja, o girassol, o milho, o côco, a palma e outros. Elas possuem óleos e gorduras que podem ser extraídos através de processos adequados. No setor das oleaginosas, o Brasil deve se tornar o maior exportador mundial em 2018, superando os Estados Unidos. A tendência é de que a produção brasileira passe dos atuais 26% da produção mundial para 35% em 2019.</p>
<p>Para a FAO e a OCDE, o ritmo do crescimento agrícola será mais lento na próxima década em relação aos últimos dez anos, mas atingirá a meta de 70% de aumento estimada para atender a demanda mundial por alimentos prevista para 2050.</p>
<p><em>Fonte: Jornal do Brasil</em></p>
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		<title>Acesse em tempo real o Leilão PEP de sisal da Conab</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 21:12:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Acesse também o edital do Próximo Leilão de sisal no. 113/10. Data: 09/06/2010 às 09:00h. Qtd: 3.500.000 kg. Preço Min: R$ 1,04. Prêmio: R$ 0,38/kg ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Clique <a href="http://www.conab.gov.br/conabweb/index.php?PAG=194" target="_blank">aqui</a> para acompanhar o Leilão em tempo real</p>
<p>Clique <a href="http://www.brazilianfibres.com.br/wp-content/uploads/2010/06/vda_113_sisal.pdf" target="_blank">aqui</a> para acessar o edital do Próximo Leilão de sisal no. 113/10.  Data: 09/06/2010 às 09:00h.<br />
Qtd: 3.500.000 kg. Preço Min: R$ 1,04. Prêmio: R$ 0,38/kg</p>
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		<title>Fim do desperdício</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 01:46:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Novo produto possibilita a fixação de placas de gesso com menor custo, maior segurança e nenhuma perda]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo produto possibilita a fixação de placas de gesso com menor custo, maior segurança e nenhuma perda</p>
<p><a href="http://www.brazilianfibres.com.br/wp-content/uploads/2010/03/BrasilGpsum.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-921" title="BrasilGpsum" src="http://www.brazilianfibres.com.br/wp-content/uploads/2010/03/BrasilGpsum.jpg" alt="BrasilGpsum" width="720" height="956" /></a></p>
<p><a href="http://www.brazilianfibres.com.br/wp-content/uploads/2010/03/BrasilGpsum.jpg" target="_blank">Ampliar</a></p>
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		<title>Açúcar saudável</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 15:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia-Secundaria]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom para os diabéticos e pouco calórico, o extrato de agave adoça três vezes mais do que o açúcar comum e pode ser usado em diversas preparações]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Paula Bueno</em></p>
<p>Para aqueles que passam longe do consumo de açúcar refinado &#8211; como os diabéticos e obesos , uma boa notícia: com vocês, uma plantinha mexicana que promete dar uma mãozinha na alimentação. Estamos falando do agave azul (Agave Tequilana), um tipo de cacto com folhas comestíveis e, por que não dizer, poderosas.</p>
<p>É a partir delas que se produz um extrato com poder adoçante três vezes maior do que o açúcar comum. Dessa maneira, não é necessário usá-lo em grandes quantidades nas preparações. &#8220;Além disso, o extrato de agave é boa fonte de minerais, como ferro, cálcio, potássio e magnésio&#8221;, explica a nutricionista Flávia Morais, da rede Mundo Verde.</p>
<p>Mas vamos com calma. Apesar de funcionar como um substituto do açúcar, o extrato de agave não é considerado um adoçante natural, mas um alimento com propriedades adoçantes. Assim como açúcar, também não contém glúten e nem lactose.<br />
Outra vantagem é que o extrato vendido no País possui certificado orgânico, pois o cultivo da planta é feito sem a utilização de qualquer substância química. Ou seja, faz bem à saúde e não agride o meio ambiente.</p>
<p><strong>Sabor neutro<br />
</strong>Ao contrário dos adoçantes sintéticos e naturais, o agave não deixa aquele gostinho amargo na boca depois da ingestão do alimento. &#8220;O sabor é considerado neutro&#8221;, afirma a nutricionista Raquel Pimentel, da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional, de São Paulo. Cada grama do extrato possui 3,34 calorias, enquanto o açúcar refinado possui 4 calorias na mesma porção. Neste quesito, o agave perde para a stévia (adoçante natural), que é isenta de valor calórico. Mas a vantagem em consumir este alimento no lugar dos velhos conhecidos não está na contagem das calorias, mas sim em seu baixo índice glicêmico.</p>
<p>O agave vendido no Brasil possui certificado orgânico, pois seu cultivo é feito sem a utilização de substância química</p>
<h3>Como usar o extrato</h3>
<p>Como edulcorante (adoçante): para adoçar 250 mililitros de suco, substitua uma colher de sopa de açúcar (15 gramas) por uma colher das de chá de agave (5 gramas).</p>
<p>Potencializador de sabor: realça o sabor de outros ingredientes, como frutas e sucos. Dica: amasse uma banana ou cozinhe maçãs e peras e adoce com um fio de extrato de agave.<br />
Na culinária: pode ser usado no dia a dia para adoçar cafés, chás, sucos, assim como waffles, pães, panquecas, bolos e outros quitutes.<br />
Consistência: o extrato de agave é menos viscoso e dissolve mais facilmente do que o mel ou o melado. Não açucara.</p>
<p><em>Fonte: Flávia Morais, nutricionista da rede Mundo Ver</em></p>
<p><strong>O segredo do índice glicêmico</strong></p>
<p>Os dois tipos de carboidratos que ingerimos os simples (frutose, glicose, galactose, sacarose, maltose e lactose), e os complexos (amido e glicogênio) viram glicose ao serem digeridos, mas o efeito no organismo varia de acordo com a sua capacidade em elevar a glicemia.<br />
O índice glicêmico (IG) foi um método proposto, em 1981, pelo médico David Jekins, pesquisador da Universidade de Toronto, no Canadá. A proposta foi de que esta taxa fosse utilizada para complementar as tabelas de composição de alimentos e auxiliar na prescrição de dietas para pessoas com diabete.</p>
<p>O método indica a forma de como o carboidrato é digerido, absorvido e utilizado. &#8220;Carboidratos que são quebrados rapidamente durante a digestão têm maior índice glicêmico, no entanto, aqueles que são quebrados lentamente, liberando glicose gradualmente na corrente sanguínea, têm baixo índice glicêmico&#8221;, explica a nutricionista Adriana Bassoul, do Sítio do Moinho, de Itaipava, Rio de Janeiro.</p>
<p>Em outras palavras, o fato de um alimento possuir baixo índice glicêmico (como o agave) significa que ele se transforma em glicose de maneira mais lenta e, por isso, não demanda a produção de grandes quantidades de insulina, hormônio responsável pelo equilíbrio do açúcar no sangue, mas que também estimula o acúmulo de gordura corporal. &#8220;Quanto mais insulina no sangue, mais gordura acumulamos&#8221;, atesta Flávia Morais. Por este motivo, o extrato das folhas atua também como coadjuvante do emagrecimento.</p>
<p><strong>Para substituir o açúcar pelo agave nas refeições, faça a proporção de um para três</strong></p>
<h3>Atenção, diabéticos!</h3>
<p>Apesar de ter baixo índice glicêmico, o extrato de agave só é aconselhável para aqueles que têm a doença controlada. &#8220;Sempre sugerimos que os médicos sejam questionados para saber a possibilidade de uso&#8221;, alerta a nutricionista Adriana Bassoul. Da mesma forma que o açúcar, o alimento pode ser utilizado em preparações doces. A quantidade varia de acordo com o gosto de cada um. &#8220;Devemos lembrar que o consumo de açúcar deve ser moderado e a quantidade máxima diária não deve ultrapassar 10% da ingestão calórica, ou seja, se a dieta tiver 2 mil calorias, o consumo deve ser no máximo de 200 calorias, o equivalente a 2 colheres das de sopa&#8221;, orienta a nutricionista Raquel Pimentel.<br />
O alimento também é opção para as crianças ávidas por doces. O xarope de agave, por exemplo, é boa alternativa devido às menores quantidades utilizadas em relação ao açúcar. &#8220;Pessoas de todas as idades podem consumir. Não há a preocupação que existe com o mel [em relação ao botulismo], pois o extrato de agave passa por processos em altas temperaturas&#8221;, enfatiza Adriana Bassoul.</p>
<p><strong>Produção de tequila</strong></p>
<p>O agave azul é um importante produto econômico do Estado mexicano de Jalisco. É o principal ingrediente na fabricação da tequila, bebida alcoólica tradicional no país. Além dela, outras bebidas, como o mezcal e o pulque, são também produzidas a partir da planta. E mais: do agave ainda é extraído um suco muito valorizado ao longo dos séculos graças às suas qualidades nutritivas. Os astecas batizaram-no de &#8220;água de mel&#8221;.</p>
<p><em>Fonte: Raquel Pimentel, nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional (SP)</em></p>
<h3>Qual a diferença?</h3>
<p>Sacarose: é o tradicional &#8220;açúcar de mesa&#8221;. É formado por uma molécula de glicose e uma de frutose. Estudos recentes demonstram que diversas doenças humanas estão relacionadas ao consumo do açúcar. Além de cáries, obesidade e diabete, a sacarose também pode causar câncer e doenças neurológicas.<br />
Adoçante dietético: em sua maioria, é composto a partir de substâncias não calóricas, naturais ou sintéticas, conhecidas como edulcorantes. São mais doces do que o açúcar branco. A stévia, por exemplo, adoça 300 vezes mais do que o açúcar.<br />
Frutose: adoçante natural extraído de frutas, cereais, vegetais e mel. Como é absorvido lentamente pelo corpo, não provoca picos de altos e baixos no teor de açúcar no sangue. Para esportistas, diabéticos ou quem quer reduzir calorias, esta é a melhor opção.<br />
<em><br />
Fonte: Adriana Bassoul, nutricionista do Sítio do Moinho, em Itaipava (RJ)</em></p>
<h3>Chá estilo marroquino</h3>
<p>Ingredientes<br />
8 xícaras (chá) de água<br />
3 colheres (sobremesa) de chá-verde em folhas<br />
1 punhado de folhas de hortelã frescas<br />
¼ de xícara (chá) de extrato de agave<br />
<strong>Preparo</strong><br />
Leve a água para ferver. Quando levantar fervura, retire do fogo e junte o chá-verde. Abafe por 4 minutos. Junte as folhas de hortelã e deixe em infusão por mais 5 minutos. Junte o agave, misture e coe. Sirva quente ou gelado, como preferir. Para servir gelado use um copo alto, cheio de gelo e decorado com folhas de hortelã.<br />
Rendimento<br />
6 porções</p>
<h3>Barra de flocos de arroz</h3>
<p>Ingredientes<br />
4 xícaras (chá) de flocos de arroz<br />
2/3 de xícara (chá) de passas sem semente<br />
½ xícara (chá) de creme de amendoim<br />
5 colheres (sobremesa) de extrato de agave<br />
1 colher (sobremesa) de essência de baunilha<br />
1 pitada de canela<br />
<strong>Preparo</strong><br />
Junte os flocos de arroz e as passas em uma tigela. Misture em uma panela a pasta de amendoim e o extrato de agave, leve ao fogo até a mistura ficar morna e mais fina, como um xarope. Retire do fogo, acrescente a essência de baunilha e a canela. Despeje a mistura sobre os flocos de arroz e passas e misture. Espalhe a mistura em uma forma untada. Espere esfriar por 1 hora e corte as barras. Guarde na geladeira.<br />
Rendimento<br />
12 barras</p>
<p><em>Fonte: Flávia Morais, nutricionista da rede Mundo Verde<br />
</em></p>
<h3>Água fresca de manga</h3>
<p><em>Fonte: Flávia Morais, nutricionista da rede Mundo Verde</em></p>
<p><strong>Ingredientes</strong><br />
1 manga descascada e cortada em cubos<br />
2 xícaras (chá) de água gelada<br />
1 colher (sobremesa) de suco de limão<br />
½ colher (chá) de extrato de agave Folhas de hortelã para decorar<br />
<strong>Preparo</strong><br />
No liquidificador, bata a manga e a água. Coe em um copo alto cheio de gelo. Junte o suco de limão, o agave e misture. Decore com as folhas de hortelã e sirva.<br />
<strong>Rendimento</strong><br />
1 copo<br />
Açaí com iogurte e xarope de agave<br />
Ingredientes<br />
1 copo de iogurte natural<br />
2 colheres (sopa) de polpa de açaí<br />
1 colher (chá) de xarope de agave<br />
1 banana<br />
<strong>Preparo</strong><br />
Bata todos os ingredientes, exceto a banana, no liquidificador. Descasque e pique a banana. Coloque a mistura em uma tigela, acrescente a banana picada e sirva.</p>
<p><em>Fonte: Raquel Pimentel, nutricionista da Educanutre Consultoria e Assessoria Nutricional (SP)</em></p>
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		<title>Injection molding of long sisal fiber-reinforced polypropylene: effects of compatibilizer concentration and viscosity on fiber adhesion and thermal degradation</title>
		<link>http://www.brazilianfibres.com.br/?p=913</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 02:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[News-principal]]></category>

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		<description><![CDATA[The incorporation of natural fibers into thermoplastic polymer matrices reduces cost and weight, as these fibers are cheaper than synthetic polymers and have lower density. More...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>The incorporation of natural fibers into thermoplastic polymer matrices reduces cost and weight, as these fibers are cheaper than synthetic polymers and have lower density. The incorporation of cellulosic natural fibers in thermoplastic composites has increased in the past years. This trend is driven mainly by government regulations that promote the use of renewable and recyclable materials, aimed at reducing the environmental impact of much agricultural fiber waste.</p>
<p>Natural cellulosic fibers can be used to improve some mechanical properties of unfilled plastics [1]. Synthetic fibers usually display higher modulus and strength values, but for massive applications of medium mechanical properties requirements, natural fibers may be a cost-efficient alternative. Another desirable feature is recyclability; thermoplastic composites are expected to be recyclable without much loss in mechanical properties and appearance.</p>
<p>The preparation of composites made out of thermoplastics reinforced with natural fibers is usually a two-stage process. The first stage consists of compounding the composite by blending the fibers and the polymer together, and a twin-screw extruder is used to achieve good fiber impregnation and distribution. The second stage is the molding of the parts, usually by an injection molding process.</p>
<p>Polyolefins&#8211;particularly polypropylenes (PP)&#8211;are often used as matrices for natural fiber-reinforced composites. They have low prices, low density, processing temperatures that can be kept low to avoid or reduce cellulose and can be recycled.</p>
<p>Sisal fiber (SF) is one of the natural fibers used most in the automotive industry. It is renewable, nonabrasive, and biodegradable. SF shows a quite high specific strength and stiffness, and can be obtained at a low price (0.36 US$/Kg.) [2]. SF has already been used as an effective reinforcing material in polymeric resin matrices to make useful structural composite materials [2].</p>
<p>While being a very interesting pair with many potential applications, SF and PP share important problems derived from two facts: the weak interfacial bonding between the polar fiber surface and the hydrophobic matrix, and the high viscosity of molten PP [3]. The polymer adhesion to the fiber surface controls the stress transfer between the matrix and the reinforcing fibers. Fiber impregnation depends mainly on processing variables, and the polymer-fiber adhesion depends on chemical identities [4]. For these cases of polar fibers and hydrophobic matrices, poor mechanical properties can be linked to weak interfacial bonding. Also, the PP high viscosity is assumed to be responsible for poor penetration of the molten PP into the fiber bundles, thus diminishing the SF/PP contact area. The viscosity of regular injection-grade polypropylenes at the temperature range at which the natural cellulosic fibers can be processed is high enough to reduce fiber bundle impregnation. For the injection molding process, high shear rates at the mold filling stage&#8211;combined with a high PP viscosity&#8211;cause bulk temperature rises that can easily degrade the cellulosic fibers by thermal depolymerization of hemicellulose and the glycoside linkages of cellulose [5].</p>
<p>These problems of interfacial bonding and high melt viscosity need to be solved, for a cost-efficient use of SF reinforcing. For improved SF/PP interface bonding, coupling agents can be used. Maleic anhydride grafted polypropylene (MA-g-PP) is an excellent choice, because the anhydride functionality of MA-g-PP reacts with cellulosic fiber hydroxyl groups and esterification gives stronger links between the fiber surface and the PP matrix [6]. Reducing the PP molecular weight lowers the viscosity of the molten polymer, reduces the shear stress between individual fibers and between fibers and PP melt [7], and reduces the viscous heat generation; the composite may then be processed by injection molding at lower temperatures.</p>
<p>Other aspects of the problem must also be considered. Commercial grades of MA-g-PP with high level of functionality (1.0 wt% MA) are very expensive (about 5 US$/Kg), and therefore these must be used in small quantities to keep the SF/PP composite economically competitive.</p>
<p>Some details of the preparation of composites made out of thermoplastics reinforced with natural fibers must also be analyzed. The first stage usually consists of compounding the composite by blending the fibers, the polymer matrix, and a coupling agent together in a twin-screw extruder. With this practice, the maleic anhydride bonding efficiency is reduced by this dilution of the MA-g-PP into the PP matrix, because many anhydride functional groups may not reach the hydroxyl groups at the SF surface. The second stage is the molding of the parts, by an injection molding process. For good mechanical properties, a high molecular weigh PP is used for the continuous thermoplastic matrix. Therefore, the injection molding process can generate bulk temperature and shear stress higher than allowed for low fiber thermal degradation and SF attrition. This is a very important feature of this process, since most of the fiber breakage found for these processes occurs inside the twin-screw extruder [8]. The combined operations of compounding and injection molding thermoplastics/natural fiber composites generally reduce the initial fiber length because of the severe temperature condition and shear stress imposed. The efficiency of the composite depends on the amount of stress transferred from the matrix to the fibers. This can be maximized by improving the interaction and adhesion between the two phases and also by maximizing the length of the fibers retained in the final composite [9].</p>
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		<title>Tapetes de Sisal fabricados pela APAEB são usados em novela da Globo</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 02:05:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 2004 a personagem Maria do Carmo (atriz Suzana Vieira) da novela Senhora do Destino utilizou, em alguns cenários, tapetes e carpetes de sisal produzidos pela APAEB-Valente como peças de decoração.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2004 a personagem Maria do Carmo (atriz Suzana Vieira) da novela Senhora do Destino utilizou, em alguns cenários, tapetes e carpetes de sisal produzidos pela APAEB-Valente como peças de decoração.</p>
<p>O mesmo está acontecendo na novela Viver a Vida, no cenário da mansão Casa de Marcos, em Búzios, do ator José Mayer.</p>
<p>Agora, a Globo volta a adquirir tapetes e carpetes de Valente para a próxima &#8220;novela das 8&#8243;, de Silvio de Abreu, que está sendo chamada por ele de &#8220;Passione&#8221; e que está sendo anunciada na internet com o nome de &#8220;Dois Amores&#8221;.</p>
<p>Os tapetes de sisal baianos estarão decorando a mansão de um milionário de nome Ricardo a ser representado possivelmente por Tony Ramos.</p>
<p>Um bom exemplo dos sertanejos, oferecer produtos de boa qualidade.</p>
<p><em>Fonte: blogwww.porsimas.blogspot.com</em></p>
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		<title>Câmara de Fibras Naturais quer inclusão social</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 00:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criar novas tecnologias para melhor aproveitamento do sisal e dar melhores condições de produção à cadeia produtiva. Este é o principal desafio da Câmara Setorial de Fibras Naturais, destacado nesta terça-feira, (16) pelo secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Roberto Muniz, ao presidir a cerimônia de instalação da câmara, no Hotel Catussaba.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-902" title="camara fibras" src="http://www.brazilianfibres.com.br/wp-content/uploads/2010/03/camara-fibras.jpg" alt="camara fibras" width="384" height="203" />Criar novas tecnologias para melhor aproveitamento do sisal e dar melhores condições de produção à cadeia produtiva. Este é o principal desafio da Câmara Setorial de Fibras Naturais, destacado nesta terça-feira, (16) pelo secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Roberto Muniz, ao presidir a cerimônia de instalação da câmara, no Hotel Catussaba. “Há anos escuto dizer que apenas 4% de todo o volume de folhas colhidas se transforma em fibras. O restante é descartado. Isso é um absurdo que não pode continuar”, disse o secretário, lembrando que isso acontece por falta de tecnologia. Ele lembrou que há inúmeras possibilidades de utilização dos subprodutos da extração das fibras, como forragem animal, bioinseticida, celulose, acetona e álcool. “Nosso grande desafio é desenvolver novas tecnologias para aproveitar 100% do potencial do sisal”, frisou.</p>
<p>O secretário apontou também a necessidade de desenvolver novos motores do sisal, seguros e atraentes. “Precisamos de novo tipo de equipamento na produção primária capaz de atrair e trazer de volta jovens que abandonaram o campo em busca de outras alternativas. Para o secretário, a estruturação e desenvolvimento da cadeia do sisal, que desempenha importante função sócio-econômica na região semiárida Bahia, representa um grande instrumento de combate à pobreza no campo e de inclusão social.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-904" title="camara fibras 1" src="http://www.brazilianfibres.com.br/wp-content/uploads/2010/03/camara-fibras-1.jpg" alt="camara fibras 1" width="720" height="337" /></p>
<p>A Câmara Setorial de Fibras Naturais terá uma importância fundamental, não apenas no desenvolvimento econômico do estado e organizativo do segmento, mas principalmente no combate à pobreza, diversificação produtiva e inclusão social. “Não há futuro para quem não tem renda, e a cadeia de fibras deve ser pensada nessa perspectiva. É preciso levar a tecnologia que amplia essa condição de uso, um novo tipo de equipamento para ser colocado à disposição da produção primária, com menos riscos e de maior qualificação. Uma reengenharia ao processo político”, definiu Muniz.<br />
O secretário estadual falou ainda do desafio de elaborar um Planejamento Estratégico da Agropecuária, no qual o funcionamento das câmaras terá um papel muito importante, no que se refere à aglutinação das ações e na construção de políticas públicas.  “Esse será o ponta-pé inicial. Nesse espaço, produtores e compradores estarão juntos negociando as condições de compra e venda”, exemplificou.</p>
<p>Para o chefe de gabinete da Seagri, Eduardo Salles, “a câmara setorial é o instrumento ideal de discussão para identificar os gargalos da cadeia produtiva e encontrar as soluções”. Ele afirmou que com a instalação das câmaras setoriais do cacau, do leite, da carne e agora das fibras, “o secretário Roberto Muniz inaugura um processo diferenciado, envolvendo todos os elos das cadeias, e em especial o homem do campo, aquele que mais sofrem com as dificuldades”.</p>
<p>O chefe de gabinete da Seagri explicou que depois da instalação das câmaras setoriais o próximo passo será a elaboração do planejamento estratégico de cada setor, traçando metas e objetivos para os próximos 5, 10 e 20 anos. “Temos que pensar numa agropecuária grande, e só podemos fazer isso através de um planejamento estratégico”, afirma Salles.</p>
<p>A Câmara Setorial de Fibras Naturais é composta por representantes da Seagri, Adab, EBDA, Secti, Sicm, Seplan, Mapa, MDA, Faeb,Fieb, UEFS, Sebrae, Desenbahia, BB, BNB, Conab, Apaeb, Bolsa de Mercadorias da Bahia, Sindifibras, UPB, IDR/Sisal, ACB e Apex Brasil.</p>
<p>A solenidade de instalação da Câmara contou com as presenças, além do secretário Roberto Muniz e do chefe de gabinete Eduardo Salles, do presidente do Sindifibras, Wilson Andrade, da superintendente do Ministério da Agricultura na Bahia, Maria Delian, da superintendente regional da Conab na Bahia e Sergipe, Rose Pondé, do prefeito de São Domingos Izaque Rios, e representante da UPB, de José Menezes Junior e Armando Soares, representantes do BNB e do BB, que formaram a mesa, dentre outros convidados.</p>
<p>Defesa e educação<br />
Dentre as ações de incentivo a cultura, a Seagri, através da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) atua na defesa e educação sanitária, a partir do levantamento dos municípios com incidência e prevalência da Podridão Vermelha e posterior monitoramento, visando o controle da praga. A aplicação efetiva do plano de controle é resultado da parceria entre a Adab e instituições de pesquisa, dentre elas, a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), a Universidade Federal do Recôncavo (UFRB), a Embrapa e IDR – Sisal.</p>
<p>A Adab atua em 20 municípios, com 26 estações espalhadas no Semiárido baiano. “Nosso próximo passo é a produção de mudas sadias. O mais importante é fazer com que esse material genético sadio chegue ao produtor”, declarou o diretor de Defesa Vegeta, Armando Sá.</p>
<p><strong>Fibras de coco e piaçava</strong></p>
<p>Apesar de ter a maior representatividade da produção sisaleira, a Câmara também discutirá ações para a produção das fibras da piaçava e do coco. Só a região do Norte-nordeste brasileiro tem um litoral de 4,5 mil quilômetros apropriados ao cultivo de coco, e a Bahia é o maior produtor nacional do fruto, sendo responsável por 34% do total, com produção estimada em 408 mil toneladas. Assim, o Brasil e a Bahia têm condições de aumentar a produção de fibras de coco, gerando mais emprego e renda no campo.</p>
<p>Segundo o engenheiro agrônomo e representante da EBDA na Câmara Setorial de Fibras, Fernando Florence, a Bahia tem uma área plantada de 83 mil hectares com a produção de coco, atividade que colabora com R$ 200 milhões no Valor Bruto de Produção (VPB), gerando 240 mil postos de trabalho. A Empresa, ligada à Seagri, apóia oito unidades de produção, através dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural. Apesar de ser o maior produtor brasileiro, a Bahia não tem investido no beneficiamento da casca do coco, sendo que a sua grande maioria é levada para o aterro sanitário, levando de 10 a 12 anos para a sua completa decomposição.</p>
<p>Para o engenheiro agrônomo Carlos Alex Guimarães, produtor de piaçava no município de Ilhéus, a câmara é uma oportunidade de organização do setor e de transformação da cultura, hoje extrativista, para uma cultura agrícola. “Vislumbro com isso, a construção de políticas públicas para investimento em pesquisa e organização da cadeia, bem como o incentivo ao plantio”.</p>
<p>O município de Ilhéus é o segundo maior produtor do estado, atrás do município de Cairu. Vale ressaltar que o estado hoje é responsável por 88% da produção nacional de piaçava, obtida da palmeira Atália Funífera, e líder no ranking nacional. A produção do país equivale a 82 mil toneladas.</p>
<p>O secretário executivo da câmara, Wilson Andrade, avalia que a instalação da câmara é um pleito comum de toda a cadeia. “Ela é importante, mas é preciso entender que cresce a responsabilidade de todos que a compõem, para que saibam aproveitar a oportunidade e buscar a instalação da câmara a nível federal. Dessa maneira, conversaremos com todas as instâncias. Essa é a hora de darmos as mãos e buscarmos as coisas em comum”, concluiu.</p>
<p>Fonte: Ascom/Seagri</p>
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		<title>Produção de Sisal será dinamizada na Bahia</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 00:04:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O fortalecimento do arranjo socioprodutivo do sisal a partir da implantação de um complexo industrial foi abordado entre representantes do Governo do Estado e do Conselho de Desenvolvimento Sustentável do Território do Sisal (Codes Sisal) durante reunião na Secretaria do Planejamento (Seplan).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O fortalecimento do arranjo socioprodutivo do sisal a partir da implantação de um complexo industrial foi abordado entre representantes do Governo do Estado e do Conselho de Desenvolvimento Sustentável do Território do Sisal (Codes Sisal) durante reunião na Secretaria do Planejamento (Seplan). A ideia é fomentar o melhor aproveitamento do sisal, com a fabricação de peletes para uso na indústria automobilística, pranchas de surf, ração animal e bioinseticida, dentre outros usos.</p>
<p>Um dos usos viáveis para o sisal é transformá-lo em ração animal, a partir do resíduo que hoje ainda é descartado no campo. De acordo com o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, o governo já está mobilizado para fomentar a produção de ração utilizando o sisal.</p>
<p>Para a fábrica de ração, o investimento será de quase R$ 870 mil, resultado de um convênio entre as secretarias estaduais do Planejamento (Seplan), Agricultura (Seagri) e Integração Regional (Sedir). A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb) fará os estudos e a planta da unidade de produção e Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) será responsável por sua construção, informou o secretário.</p>
<p>Ele disse ainda que o Governo da Bahia está buscando investimentos federais junto aos ministérios do Planejamento e de Desenvolvimento Agrário para contribuir com a dinamização da cadeia produtiva do Sisal. A intenção é conseguir recursos para a construção de uma fábrica de peletes, produto que possui potencial de substituir o plástico nos carros, tornando-os inclusive mais ecológicos, já que o sisal é uma fibra natural.</p>
<p>Além disso, queremos conversar com grandes empresas para viabilizar pesquisas nas áreas da indústria química e automobilística para novas utilizações do sisal, enfatizou Pinheiro. Introduzido no Brasil no início do século passado, o sisal é cultivado, atualmente, em 40 municípios baianos nos Territórios de Identidade do Sisal, Bacia do Jacuípe, Piemonte da Diamantina, Irecê, Piemonte do Norte do Paraguaçu e Nordeste 2. Estima-se que mais de 40% da população desses municípios tenham o sisal como sua principal atividade econômica.</p>
<p>Também participaram da reunião, na segunda-feira (8), os secretários estaduais Edmon Lucas (Desenvolvimento e Integração Regional) e Valmir Assunção (Desenvolvimento Social), além de representantes da Seagri, da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração (Sicm) e do Conselho de Desenvolvimento Sustentável do Território do Sisal (Codes Sisal).</p>
<p>fonte: http://www.jusbrasil.com.br/politica/4620619/producao-de-sisal-sera-dinamizada-na-bahia</p>
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		<title>Projeto de Aperfeiçoamento Tecnológico &#8211; SIBRATEC</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 00:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O IEL/BA está operando uma nova linha de atendimento para implantação de melhorias em processos e produtos. No âmbito do Sibratec, as indústrias baianas têm acesso a uma rede de assistência especializada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O IEL/BA está operando uma nova linha de atendimento para implantação de melhorias em processos e produtos. No âmbito do Sibratec, as indústrias baianas têm acesso a uma rede de assistência especializada.<br />
Com os atendimentos de extensão tecnológica, consultorias especializadas identificam os gargalos existentes e fornecem soluções para otimizar o processo produtivo.</p>
<p>Há recursos disponíveis de até R$ 10.000,00 por beneficiado. A contrapartida da empresa representa 20% do valor das ações; no caso das empresas sindicalizadas este índice é de 10%. O valor total será definido conforme a demanda do cliente e a localização da empresa.</p>
<p>Com esta oportunidade de implantar melhorias, sua empresa alcançará novos níveis de competitividade no mercado.</p>
<p><a href="http://internotes.fieb.org.br/sibratec/folder/" target="_blank">Clique aqui para mais informações.</a></p>
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